Arquitetura, Sustentabilidade

Casa sustentável: com painéis de OSB e fachada de madeira plástica

Esta casa na serra fuminense segue a cartilha sustentável: respeita as linhas do terreno e usa materiais de baixo impacto.

Dois anos se passaram entre a compra do terreno, em 2008, e o início da obra. Os arquitetos cariocas Tatiana Terry e Luciano Alvares não tinham pressa de construir. Antes, preferiram amadurecer o projeto da casa que ocuparia este lugar ensolarado, cercado de montanhas. “Era essencial que ela utilizasse materiais recicláveis ou reciclados”, explica Tatiana (veja os destaques nas legendas). “Pensamos em tudo: insolação correta, iluminação natural e ventilação cruzada. E ainda no aproveitamento de água de chuva para a rega, no aquecimento solar e, principalmente, que a moradia fosse simples e de pouca manutenção”, diz ela. Na verdade, a motivação desta empreitada de um ano, que consumiu grande parte das economias do casal e muita dedicação, era proporcionar às duas flhas o convívio com a natureza. “Tivemos uma infância com direito a quintal e pé na terra. Eu morei num sítio por muito tempo e o Luciano, em Maricá, cidade pequena. Essa era a chance de oferecer isso à nossa família. De um modo o mais ecologicamente correto possível, porque é a nossa flosofa de morar e de viver”, acrescenta ela.

+ info http://casa.abril.com.br/materia/casa-sustentavel-osb-madeira-plastica#12

 

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Arquitetura, Sustentabilidade

Verde, flexível e acolhedora

Toda de lariço- um tipo de pinheiro europeu- certificado, a Eco-Sustainable house oferece soluções legais de aproveitamento de espaço para uma família numerosa.

A moradia precisava acomodar um casal, suas duas crianças e, eventualmente, os filhos do casamento anterior da proprietária. Mirco Tardio, do Djuric Tardio Architects, saiu-se com um projeto de designe flexível, que pode transformar-se em dois flats independentes, dotado de uma área de lazer gostosa para manter a turma ocupada. Assim nasceu a Eco-Sustainable House, na periferia de Paris. No térreo, de 140 m2, e no primeiro piso, de 117 m2, amplas divisórias de compensado de lariço deslizam facilmente por discretos trilhos de metal. Quando necessário, o recurso permite isolar, por exemplo, biblioteca e home theater em dois espaços autônomos. Outro truque do desenho e o aparador de cozinha,

que desliza para o jardim e vira uma mesa, acolhendo refeições ao ar libre. A grande clarabóia no teto se encarrega de manter a cada sempre iluminada, sem a necessidade de luz artificial durante o dia. Já o coletor de água de chuva assegura a rega das plantas.

+ info Arquitectura & Construção

http://www.casa.com.br

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